Caroline Mtambo e Edward Missanjo
No influente artigo “A Tragédia dos Comuns”, de 1968, foram amplamente discutidas as abordagens de gestão para a partilha dos recursos naturais. No contexto da gestão dos recursos florestais, tem sido dada mais atenção à abordagem participativa centrada nas pessoas. Foi realizado um estudo para determinar o impacto da gestão florestal participativa (GFP) na abundância e diversidade de espécies de árvores em áreas florestais de aldeias seleccionadas (AGV) em Kasungu, Malawi. Foram identificados um total de oito VFA (quatro sob a abordagem da GFP e os outros quatro fora da GFP). Foi realizado um inventário usando um desenho sistemático de amostragem por transecto linear. Os dados obtidos foram analisados ??utilizando o perfil de diversidade R?nyi na Biodiversidade R. Os resultados mostram que os AGV sob PFM tiveram maior abundância Hα (3,22 a 3,61) em 0-Alfa do que Hα (2, 89 a 3,14) para AGV sem PFM. Isto indica que os AGV sob PFM tiveram maior abundância ou riqueza de espécies arbóreas do que aqueles sem PFM. Além disso, os VFA no âmbito da GFP eram mais diversificados do que os VFA não-GFP. Os VFAs sob PFM tiveram perfis mais elevados, 3,45 a 1,83 do 0-Alfa ao infinito, do que os VFAs não-PFM, 3,03 a 1,15 do 0-Alfa ao infinito, em média. As diferenças parecem ter sido alcançadas devido ao acesso regulamentado e ao trabalho de desenvolvimento florestal exercido pelas comunidades nos VFA no âmbito da GFP. Por conseguinte, recomenda-se que o governo integre a GFP como um esquema possível na gestão dos recursos florestais e florestais cada vez mais escassos do país. No entanto, são necessários mais estudos na área de estudo para avaliar o impacto da GFP nos meios de subsistência das comunidades.